Pelo 28º dia consecutivo, o Brasil apresentou média de mortes por covid-19 acima de mil. Nos últimos sete dias, houve 1.033 óbitos em média causados pela doença no país. Os números são do boletim divulgado nesta quarta-feira (17) pelo consórcio de veículos de imprensa baseado nos dados fornecidos pelas secretarias estaduais de saúde.
O país se aproxima da sequência mais longa com média de mortes por covid-19 superior a mil — foram 31 dias seguidos, entre 3 de julho e 2 de agosto, durante o auge da primeira onda da pandemia.
De ontem para hoje, foram registradas 1.195 novas mortes causadas pela doença. Isso não indica quando os óbitos ocorreram de fato, mas sim a data em que passaram a constar dos balanços oficiais. No total, são 242.178 vítimas desde o começo da pandemia.
Nas contas do governo federal, o Brasil confirmou hoje 1.150 novas mortes provocadas pela covid-19 nas últimas 24 horas. Desde o início da pandemia, houve 242.090 óbitos causados pela doença no país.
De ontem para hoje, foram computados 56.766 novos casos da doença, atingindo um total de 9.978.747 infectados no país desde o começo da pandemia.
Segundo o governo federal, 8.950.450 pessoas se recuperaram da covid-19, com outras 786.207 em acompanhamento.
Nordeste é única região com aceleração
A média dos últimos sete dias é considerada pelos especialistas a melhor forma de observar o cenário da covid-19. Aos fins de semana e feriados, por exemplo, os números costumam cair por causa da menor disponibilidade de equipes de saúde para atualizar os dados. A média dos últimos sete dias é uma forma de atenuar essas distorções.
Para definir se o cenário é de aceleração, estabilidade ou queda, é calculada a variação no período de 14 dias.
Apesar dos números, o cenário do Brasil é considerado estável. Nos últimos 14 dias, a média diária de mortes apresentou oscilação de 0%.
O Nordeste é a única região que apresentou aceleração na média de óbitos: 28%. As demais estão estáveis: Centro Oeste (15%), Norte (-10%), Sudeste (-3%) e Sul (-7%).










