Motorista Luciano mostra ferimento da agressão e Cristiano posta vídeo narrando cena de violência

O clima em Pão de Açúcar/AL, tido como um dos mais elevados em termos de temperatura do interior alagoano esquentou ainda mais na manhã desta quarta-feira, 14. Desta vez, pela  onda de violência  política eleitoral. É que o candidato a prefeito  do MDB, Cristiano Matheus gravou um vídeo denunciando um ato de covardia provocado por Toinho Candeeiro que é  irmão do ex-prefeito e seu adversário, hoje nas urnas Jorge Dantas (PSDB). A bronca é que Candeeiro com uma chibata de “bimba de boi” agrediu violentamente o motorista do carro de som  de Cristiano Matheus em plena luz do dia.  

“Eu quero dizer que o período de cangaceiro e coronel já passou aqui em Pão de Açúcar! Novamente esse senhor de nome Antônio Dantas, mais conhecido na rota da malandragem  de vulgo Toinho Candeeiro, veio aqui e agrediu o motorista do carro da nossa coligação. Quero dizer a você Candeeiro que as providências já estão sendo tomadas junto as autoridades de Segurança Pública de Alagoas. Você que já agrediu outras pessoas aqui na cidade e que agora volta a agredir as pessoas, com “bimba de boi”. Eu quero lhe dizer que esse tempo tá passando. Tanto você como  seu irmão Jorge Dantas são metidos a autoritários. Não temos medo de vocês!” narrou Cristiano, ressaltado que chegou a informar o caso ao governador Renan Filho. 

Segundo o motorista, Adriano que foi vítima da agressão, Toinho Candeeiro vinha lhe perseguindo durante seu trajeto pelas ruas da cidade. “Quando estacionei o carro de som em frente ao Comitê da Coligação, ele desceu de seu veiculo e começou a me agredir com palavrões; chamando-me de filho da puta; aí eu disse que filho da puta era ele. Daí  ele foi ao seu carro pegar uma bimba de boi, e em seguida chegou a me dá três  chicotadas quando eu não tinha nem sequer decido do veículo, que foi a minha sorte”, disse Adriano mostrando as marcas da violência num dos braços. Segundo Cristiano Matheus, o tal de Candeeiro é tão privilegiado por lá, que chega a ter até  um policial fazendo sua guarda.