A Secretaria de Educação de São José da Tapera, no Sertão alagoano, tem um prazo de 15 dias para adotar providências necessárias para sanar as irregularidades estruturais, sanitárias e de segurança na Escola Elizabeth Jacobá Maria Borges. A recomendação foi feita pela defensora pública do município, Suellen Santos Rodrigues de Aguiar.
A informação foi divulgada nesta quarta-feira (24), mas a recomendação já foi devidamente enviada aos entes públicos. Uma inspeção realizada pela defensora pública no início do mês baseou a recomendação.
De acordo com Suellen Santos, a área externa da escola não possui escoamento das águas das chuvas e fica alagada. O local também apresenta uma vegetação rasteira alta, o que torna o lugar propício ao acumulo de lixo. A quadra poliesportiva está em desuso, em razão da falta de manutenção.
Além disso, o portão principal do prédio está quebrado, os bebedouros, no interior da unidade de ensino, não são higienizados, várias carteiras e cadeiras estão quebradas, faltam extintores de incêndio, equipamentos de proteção e ventilação nas salas de aula.
“No dia da vistoria havia várias crianças brincando com a água empoçada e o ambiente, com capim alto, virou foco de contaminação e de proliferação de várias doenças, especialmente dengue (ante o volume de água parada)”, frisa a defensora.
Na recomendação, Suellen Santos explica que, caso as irregularidades não sejam tomadas, a Defensoria Pública adotará as medidas judiciais cabíveis para assegurar os direitos dos estudantes e funcionários da escola.
*Com Assessoria





