O futebol é um ambiente onde o machismo e o preconceito contra as mulheres ocorre com certa frequência. O esporte é dominado pelos homens e, quando uma mulher tenta entrar e se impor no meio, ela vira o centro das atenções. Assim, qualquer erro é motivo para críticas muito mais pesadas em relação às que seriam feitas para qualquer homem em posição similar.
Essa realidade também é verdade fora dos campos, nos jogos eletrônicos. As mulheres já são a maioria desde 2016 quando se considera o cenário como um todo, incluindo amadores e jogadores casuais. No entanto, o meio competitivo é dominado pelos homens e é extremamente difícil encontrar mulheres competindo no mais alto nível. Casos como o da Scarlett, jogadora de Starcraft que participa e vence as principais competições contra outros rapazes, são raros e uma das causas é, certamente, o preconceito que elas sofrem ao se revelar como mulheres nos games.
Ambientes de jogos anônimos, como o mundo das apostas online, não são tão afetados pelo machismo. Mulheres podem tentar a sorte assim como qualquer outro homem e, caso elas acertem o resultado dos jogos, os valores recebidos serão idênticos aos de qualquer outra pessoa que tenha acertado o mesmo resultado, independentemente do sexo da pessoa. O único detalhe que tanto homens quanto mulheres sempre devem se atentar é à utilização de plataformas confiáveis de apostas. É possível verificar quais sites são seguros no confiavel.com, assim, o dinheiro é investido com segurança e existe garantia de retorno caso quem aposte tire a sorte grande.
Clubes realizam eventos na semana do Dia Internacional da Mulher
Para combater o machismo no futebol, vários clubes realizaram ações nos dias 9 e 10, final de semana que sucedeu o dia 8 de março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher. O Cruzeiro, por exemplo, lançou a campanha #Repense em parceria com as funcionárias do Mineirão.
A campanha é um convite para que todos repensem suas atitudes em relação às mulheres no dia-a-dia. O objetivo é tornar o gigante da pampulha um local mais agradável para o público feminino, mas é claro que, para as mulheres que organizaram a campanha, o ideal é que todos os ambientes frequentados sejam livres de qualquer traço de discriminação devido ao gênero.
Para a realização da campanha, os banheiros masculinos foram preenchidos com cartazes com frases desconfortáveis, mas que as mulheres escutam diariamente. As frases eram do tipo “Lugar de mulher é em casa” ou “Veio só pra ver os homens, né?” e todas eram acompanhadas da hashtag #REPENSE. Placas de publicidade também tinham a hashtag e frases como “Por mais mulheres nos estádios”. Durante a partida também houve a exibição de um vídeo feito com torcedoras que vão ao Mineirão para acompanhar as partidas.
Felizmente o Cruzeiro não foi a única equipe do futebol que se sensibilizou com a data. Seu maior rival, o Atlético Mineiro, também levou a Maria da Penha ao estádio para fazer uma ação com o título “Ligue 180”. Este é o número do Disque Denúncia nacional para o combate à violência contra a mulher.

Fora de Minas Gerais, outros clubes também fizeram campanhas. O Fluminense também focou na divulgação do número 180. Além disso, os jogadores entraram em campo com uma faixa preta para simbolizar o estado de luto que o clube se encontrava. O Flamengo lançou uma campanha #QueMulher, que pedia que suas torcedoras postassem fotos vestindo a camisa do clube acompanhada pela hashtag.
Os clubes gaúchos também criaram campanhas para incentivar a presença das mulheres nos estádios. O Grêmio lançou uma promoção na véspera do Dia da Mulher, para o jogo contra o São Paulo-RS. Enquanto isso, o Internacional relembrou a história da Maria Von Ockel, e promoveu uma imagem, nas suas redes sociais, com a frase “Lugar de mulher é na torcida”.
