Apesar da aliança histórica com o PT e de ter sido um dos ferrenhos cabos-eleitorais do candidato petista à presidência do Fernando Haddad (PT), o governador de Alagoas, Renan Filho (MDB), amenizou o discurso e parece ter desmontado o palanque.
Ao menos, assim foram as suas declarações – durante a sua posse em Alagoas – em relação ao presidente Jair Messias Bolsonaro (PSL).
Renan Filho reconheceu a crise vivenciada nos últimos anos no país e a queda de produtividade. De acordo com ele, este será o principal desafio de Jair Bolsonaro. O governador de Alagoas disse ter acompanhado o discurso do presidente e afastou qualquer polêmica sobre sua ausência na posse de Bolsonaro. Segundo ele, não viajou a Brasília (DF) por conta dos compromissos locais com sua própria agenda de posse. “É só isso”, frisou.
“Eu torço para que o novo governo federal tenha êxito. Eu torço bastante para que ele tenha todo o sucesso do mundo e assim tirar o Brasil da crise que nos fez andar de lado nos últimos anos. Precisamos voltar a crescer”, frisou.
Renan Filho até falou da necessidade de reformas que são prometidas por Jair Messias Bolsonaro, tanto na questão tributária, na redução da burocracia para incentivar o empreendedorismo, redução da máquina estatal, dentre outras, como a Previdência. “O Brasil precisa de reformas, de discussão com a sociedade. A tarefa é árdua, mas espero que o Jair Bolsonaro leve adiante. Se o Brasil melhorar, melhora para todo mundo”.
O governador do MDB frisou ainda que não acredita em retaliações por parte do presidente por conta de ter apoiado o PT no processo eleitoral. “Não acredito em retaliação”, finalizou.
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