O candidato ao Senado, Rodrigo Cunha, disse sexta-feira, 14, em entrevista à Rádio Penedo FM, em Penedo, que seu senso republicano o fez criar o movimento “Reaja Alagoas”. Segundo ele, as pessoas estão desacreditadas da política, em função da corrupção praticada por muitos políticos investigados, denunciados e condenados por corrupção nesses últimos quatro anos no Brasil.
“Precisamos devolver a esperança ao povo, acordar as pessoas e dizer a elas que o país precisa de todos nós, que Alagoas precisa de cada um dos alagoanos no combate à velha política que serve de caminho fácil para maus políticos”, afirmou o candidato. “O Reaja Alagoas diz à população que não é tudo farinha do mesmo saco, que há políticos diferentes, ficha limpa”, acrescentou, orientando o eleitor a pesquisar sobre cada candidatura. “A história desmonta o falso discurso, os falsos heróis, os mentirosos”, destacou Rodrigo.
“Se o povo não tomar a iniciativa de votar, de contestar o que acha que está errado, de buscar se informar, vamos continuar a ter uma Alagoas com os piores indicadores sociais e uma prática nociva na política que afasta o povo das decisões de poder”, salientou. “É justamente por não se identificarem com os maus políticos que os cidadãos devem se engajar. Se você não tomar a iniciativa, vai continuar tudo como está”, reforçou o candidato.
“As pessoas estão desacreditas, decepcionadas e desesperançadas”, avaliou Rodrigo Cunha, quando questionado sobre o descrédito popular aos políticos de uma forma geral. “Há um distanciamento entre o político e o povo e isso causa aversão das pessoas aos políticos que envergonham Alagoas. É natural que o povo não queira participar do processo eleitoral. Por isso que se faz necessário chacoalhar a população, pedir para ela reagir, para sair de casa e lutar contra os maus políticos. É necessário que a minha geração entre na política, mas de maneira legítima, sendo conquistada e não herdada”, destacou.
Para ele, os candidatos que estão no poder em Alagoas há pelo menos 40 anos conhecem a política de trás para frente, mas não conhecem o povo e é isso que o diferencia dos demais. “Eles precisam de intermediários para chegar junto do povo, eu não, eu posso olhar nos olhos das pessoas”.
“Estou extremamente confiante, porque por onde passo sou bem recebido. Minha forma de ser é a forma que as pessoas buscam, é a transparência no serviço público, o combate a corrupção e também a capacidade de realização, porque não adianta ter só o discurso. Por isso que por onde eu passei, deixei essa marca”, completou o candidato, falando do destaque recebido por seu trabalho no Procon e na Assembleia Legislativa de Alagoas
