As negociações do duodécimo para Câmara Municipal de Maceió continuam entre vereadores e a prefeitura, no entanto o presidente do Poder Legislativo municipal já adiantou que se for mantido o “congelamento” será necessário o corte de contratos já firmados e até mesmo com pessoal para conseguir fechar as contas.

Kelmann Vieira afirmou que estará conversando com o município para avaliar a melhor medida, assim como disse o prefeito Rui Palmeira, que afirmou ser inviável garantir um duodécimo em torno de R$ 61 milhões em 2017.

O orçamento destinado à Câmara foi de R$ 58 milhões, com R$ 3 milhões a mais do que foi fechado no ano passado, mas o valor ainda é considerado insuficiente para manter as despesas.

O que pode facilitar nas negociações é o número de vereadores aliados ao prefeito, que conta com maior bancada dentro da Câmara. Durante o período eleitoral, os parlamentares foram verdadeiros “cabos eleitorais” para conquistar votos para o PSDB na corrida pela prefeitura.

Pelo menos os vereadores têm quase um mês de negociação até a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA).