Um dos diretores do Frente Pela Liberdade (FPL), Advilson Gomes - que chegou a participar de um dos debates sobre a PEC 241, realizado no Instituto Federal de Alagoas - lançou um desafio aos movimento que estão “ocupando” escolas no Estado de Alagoas.
O desafio é o seguinte: se os movimentos conseguirem mostrar onde é que na PEC 55 (241) se comprova que a proposta cria um teto de gasto para Saúde e Educação e não um teto global? Se ficar provado, o FPL passa a apoiar estas iniciativas.
“(...) vem por meio do FPL fazer uma proposta aos manifestantes que estão ocupando as escolas, contra a PEC 55(241), alegando que existe um teto para saúde e educação, então se mostrarem que o Teto não é global e sim da saúde e educação, daremos todo apoio às mesmas”, diz o texto da Frente.
Paralelamente, os estudantes que compõem o FPL - que são contrários às invasões - realizam grupos de estudo sobre a PEC e tentam mostrar uma visão oposta para fomentar o debate.
Como disse em textos anteriores: ser contra ou a favor de um projeto de lei (seja ele qual for) é direito do cidadão. Manifestar esta posição também. Protestar pacificamente, idem.
A questão é o limite disto. O que temos visto são ações intolerantes que estão ferindo o direito das demais pessoas, como o dos estudantes que querem ter aula. Além disso, hoje uma manifestação atingiu em cheio o direito de ir e vir das pessoas e a ação de sindicatos ainda deixou a população sem ônibus logo cedo.
