Atendendo a um pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), aprovou a abertura do sexto inquérito para investigar o suposto envolvimento do senador alagoano Fernando Collor de Melo (PTC), no esquema de corrupção que atuava na Petrobras. 

Ainda não há maiores informações sobre as suspeitas que motivaram essa nova solicitação de inquérito, uma vez que o caso corre em segredo. Na descrição do pedido, no entanto, há registro da suspeita do crime de corrupção passiva.

Na Lava Jato, Collor é alvo de inquéritos pelos crimes de peculato (desvio de dinheiro público), lavagem de dinheiro (ocultação de dinheiro com origem ilícita), e corrupção passiva. Cada inquérito se relaciona a determinado fato supostamente criminoso que teria ligação com o senador.

Em aogsto do ano passado, a Procuradoria Geral da República (PGR) denunciou o parlamentar. Ele acusado de, supostamente, ter recebido, com um grupo de auxiliares, propina de R$ 26 milhões, entre 2010 e 2014, por contratos firmados na BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras na qual ele mantinha influência.

Desde que foi mencionado nas investigações da Lava Jato, Collor sempre negou as acusações e disse estranhar a inclusão de seu nome na lista de políticos supostamente envolvidos no esquema de corrupção.

*com informações do G1