Quando o governo federal estava distribuindo cargos para tentar salvar Dilma Rousseff (PT) na Câmara dos Deputados, alguém – da bancada federa alagoana – deve ter vendido um produto que não entregou: o apoio à presidente.

Afinal, a informação de bastidores é que Tadeu Lira foi indicado para o comando do Porto de Maceió por conta de uma negociação com um deputado federal alagoano.

Cogitou-se que seria indicação ou de Arthur Lira (PP) ou de Cícero Almeida (PMDB).

Ambos negam. Afirmam que foram até surpreendidos com a nomeação. Tanto Lira, quanto Almeida votaram a favor do impeachment de Dilma Rousseff.

Passada a votação, eis que Tadeu Lira será exonerado do cargo. Quem assumirá o Porto de Maceió, conforme fontes, é Djalma Barros. Ele é filho de Rosiana Beltrão, que já foi administradora do Porto.

Será a exoneração de Tadeu Lira reflexos do resultado do processo de impeachment da presidente? As informações são extraoficiais.

Em todo caso, Djalma Barros sabe que também pode ter uma “passagem relâmpago” pelo cargo. É que tudo pode mudar no comando central, diante do impeachment que será votado no Senado. 

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