O ano de 2015 ainda nem acabou, as dificuldades seguem surgindo e o prefeito de Maceió, Rui Palmeira, acredita na continuidade da crise em 2016. No entanto, avaliando também o período eleitoral, o líder do Executivo Municipal não vê mudanças significativas que prejudiquem o andamento das obras na capital.

Durante a inauguração das estátuas de Graciliano Ramos e Aurélio Buarque de Holanda na orla, o prefeito foi questionado sobre o cenário político-financeiro para 2016.

“Nas viagens que faço à Brasília e conversas com nossos representantes na capital federal, eu não vejo muita animação e a recessão deve continuar no próximo ano”, disse.

No próximo ano, além da crise, o prefeito Rui Palmeira terá prazos e não poderá entregar algumas obras, uma vez que será candidato a reeleição. Apesar disso, o gestor afirmou que o cenário não deve mudar ou piorarem 2016.

“Desde o ano passado os recursos federais tem sido cortados ou demoram a chegar e mesmo assim, temos feito o possível e o impossível para dar sequencia as obras que necessita a cidade. Então, não imagino nada muito diferente. Vamos continuar utilizando recursos próprios para entregar quadras, postos de saúde, creches, ruas asfaltadas, entre outras obras que são prioridades desse primeiro mandato”, disse.

ELEIÇÕES 2016

Sobre as eleições, o prefeito segue com a rotina de não entrar em detalhes sobre o pleito de 2016. Questionado sobre um possível apoio do governador Renan Filho, o gestor municipal aponta para conversas futuras.

“Agora é o momento de conversar. Temos tratado de muitas coisas, mas assumir esse posto de candidato, só no ano que vem. Qualquer apoio a campanha, será discutido mais a frente, não dá para fazer prognósticos”, disse.

IMPEACHAMENT DA PRESIDENTE DILMA

Rui Palmeira ainda se pronunciou sobre o tema “Impeachment” que ameaçando a presidente Dilma Rousseff. “Há alguns meses, quando falavam de impeachment, não se tinha provas ou elementos, mas agora existe componentes que apontam de fato os problemas. O problema é que a situação do presidente da câmara, Eduardo Cunha, não apresenta condições para que nada seja resolvido, principalmente um processo tão complexo quanto um impeachment”, disse.