Com a retomada da votação da reforma política na próxima terça-feira (16), os parlamentares devem decidir uma cota mínima de vagas para mulheres no Congresso Nacional.
A bancada feminina da Câmara e do Senado chegou a se mobilizar para incluir na PEC 182/07, que trata da reforma, 30% das cadeiras para mulheres, mas o percentual votado de ser menor.
Houve acordo com o grupo, que, nos bastidores, fechou em 15% de cota mínima a ser preenchida por mulheres.
O deputado federal Cícero Almeida (PRTB-AL), defensor do número defendido pela bancada feminina, declara que o percentual significa um avanço.
“Se chegou a um entendimento é importante. Temos mulheres competentes não só no meu Estado de Alagoas como também no país e que podem oxigenar a política e este plenário”, avalia.
Atualmente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cobra uma exigência da legislação (Lei 9.504/97) que determina pelo menos 30% das vagas de candidatos para mulheres quando da realização dos pleitos.
“A reforma trará uma grande contribuição às mulheres e à juventude. Vamos apostar na juventude masculina e feminina, naqueles que são visionários de um futuro melhor”, diz.
