Um caso semelhante ao alertado pela justiça eleitoral da comarca de Marechal Deodoro, vem também ocorrendo no município de Rio Largo.  Mais uma denúncia da utilização de “Voto Carbono” foi encaminhada à Justiça Eleitoral nesta sexta-feira (03).

Por muitos anos, o “Voto Carbono” foi bastante utilizado quando não havia urnas eletrônicas e o processo era por meio das cédulas eleitorais de papel. Com a chegada das urnas eletrônicas o esquema continuou, mas de forma diferente. A ideia é por um papel especial em branco frente à urna após votar. Uma lâmpada fluorescente irá revelar se o eleitor teria votado ou não no candidato. Se a imagem do voto computado na urna eletrônica surgir no papel, o eleitor recebe o dinheiro prometido do candidato. O que caracteriza a compra do voto.

A suspeita do crime eleitoral utilizando a conhecida modalidade já foi levada ao conhecimento da promotora da Justiça Eleitoral da Comarca de Rio Largo, Cíntia Calumby.