O secretário municipal de Esporte e Lazer, Pedro Vilela, conversou com nossa equipe de reportagem. Vilela fez uma análise dos rumos que o PSDB tem tomado com o foco nas eleições de 2014. O partido terá um grande desafio: mesmo comandando o governo do Estado e a Prefeitura Municipal de Maceió, chega ao pleito eleitoral com pré-candidatos que nunca foram testados pelas urnas e pretendem disputar uma majoritária.
Porém, o tucano diz que não vê isto como uma desvantagem. Ele diz que não é momento de confiarem pesquisas, mas sim de captar o sentimento da população em busca de novos nomes. Os tucanos - na visão de Pedro Vilela - devem apostar nisto. É uma aposta natural para quem também parte para a primeira eleição em busca de uma das cadeiras da Câmara de Deputados.
É o caso de Vilela. Ele revela ainda que o partido tentou convencer Rui Palmeira a colocar o nome à disposição das eleições deste ano, mas o partido recuou do convite para ficar no mandato até o final. O secretário ainda fala sobre o escândalo da Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas e outros assuntos.
O PSDB se prepara para as eleições estaduais neste ano. É o partido que comanda o governo do Estado de Alagoas e a Prefeitura Municipal de Maceió. No entanto, chega ao pleito sem apresentar efetivamente um sucessor do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) e numa disputa interna com pré-candidatos ao governo que buscam o apoio da situação.Como o senhor, enquanto dirigente partidário, tem observado este quadro?
Acredito que o PSDB entra no cenário político deste ano preparado. Você coloca muito bem esta situação que é real, com o partido ocupando o governo do Estado e a prefeitura de Maceió. Fomos escolhidos pela população, por meio das urnas. Estas pessoas estão no cargo que ocupam - no caso o governador e o prefeito Rui Palmeira - porque a sociedade julgou que eram as pessoas mais preparadas para estas posições. Agora, nas eleições deste ano, não será diferente. Apresentaremos nossas propostas e o que temos de projeto para o Estado. Mais uma vez nos submeteremos - com nossos nomes - a vontade popular. Nesta eleição, realmente há um ingrediente diferente, que é o fato dos nossos quadros nunca terem sido testado nas urnas.
Isto não seria uma desvantagem para o partido?
Não. Não vejo como uma desvantagem, não! Acho que é algo que pode jogar a favor devido ao momento em que vivemos no qual a sociedade pede renovação nos quadros políticos. Então porque não oferecer isto à sociedade, com nomes que nunca foram testados nas urnas. Todavia, já foram testados no serviço público. Mostraram um bom trabalho, como no caso dos ex-secretários Marco Fireman (Infraestrutura) e Luiz Otávio Gomes (Planejamento).
Leia a entrevista completa na edição do CadaMinuto Press, já nas bancas.
