O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) divulgou nota à imprensa na tarde desta quarta-feira (12) acerca do desabamento do muro de um galpão que deixou quatro pessoas feridas na Praça do Skate, em Palmeira dos Índios. O Poder Judiciário é proprietário do imóvel.
Segundo a nota, os feridos foram socorridos para unidades hospitalares e estão sendo assistidos por juízes titulares da Comarca de Palmeira dos Índios. No documento, o TJ/AL explica ainda que o galpão foi adquirido para a futura ampliação de sua estrutura judiciária no município e estava em desuso.
Segundo a assessoria do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL), o desabamento do muro do galpão causou a queda também de um poste e um transformador, que atingiram dois carros estacionados. Um carro que passava no local no momento do acidente também foi atingido.
Ainda segundo o CBMAL, quatro pessoas sofreram ferimentos leves e foram socorridas para a unidade de emergência da cidade.
Segue a Nota na íntegra:
“O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), proprietário de galpão cuja parede desabou, na manhã desta quarta-feira, em Palmeira dos Índios, deixando três pessoas feridas, mas já encaminhadas a unidades hospitalares da região e devidamente assistidas por juízes titulares daquela comarca, esclarece:
1) Os juízes que atuam na referida Comarca prestam a devida assistência às vítimas do acidente, registrado em área próxima a uma praça pública.
2) Das três vítimas, uma já recebeu alta médica. Outra está em observação. Uma terceira será submetida a exame de tomografia, em hospital de Arapiraca, no Agreste.
3) Um dos magistrados titulares da Comarca de Palmeira dos Índios está na unidade hospitalar prestando assistência às vítimas e aos seus respectivos familiares.
4) Dois engenheiros do Departamento de Engenharia da Corte de Justiça foram deslocados ao município, minutos após o ocorrido, para melhor avaliação da situação.
5) Por orientação técnica e após análise dos engenheiros, outras paredes com sinais de comprometimento estrutural podem ser demolidas.
6) Em desuso, o espaço foi adquirido pelo Poder Judiciário para consolidação da futura ampliação de sua estrutura judiciária naquele município.
