Um dos tucanos mais experientes e mais próximos do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB), Claudionor Araújo acredita que os aliados tem um prazo-limite para escolher o candidato ao Governo e ao Senado: até final de abril. No máximo, início de maio.
Isso para mostrar ao eleitor que o Palácio República dos Palmares tem peso na eleição deste ano.
“Quanto mais cedo escolhermos um nome, melhor para consolidarmos nas ruas”, avisa.
Ele tem uma defesa: o Palácio tem de definir um único nome para as duas disputas.
Um nome com força suficiente para enfrentar Renan-pai ou Renan-filho (Governo) e Fernando Collor (Senado).
“Quanto mais a gente dividir o jogo, mais vamos facilitar para a oposição”, disse.
Tanto o nome ao Governo quanto ao Senado serão chancelados pelo “maior comandante político do nosso lado: o governador. Todos os nomes dos aliados vão passar elo Téo, ele será o nosso coordenador. Essa é a consciência do grupo”.
E quando nasceu esta consciência?, perguntou o blog.
“Fizemos uma reunião com todos os partidos logo após a decisão do governador em não concorrer ao Senado. Há um sentimento de unidade”.
E Renan Calheiros? Há chance de compor com ele?
“Não nesta eleição. O grupo dele escolheu se unir para a oposição”.
