No pior (de novo!) momento do Governo, Teotonio Vilela Filho e Dário César estão sós.

Diante de militares-caras-pintadas, os secretários silenciam a favor do próprio emprego.

Aferram-se a cargos comissionados, garantindo o showbusiness da nossa elite: acesso a restaurantes de graça, festanças regadas a dinheiro público, carro na porta pago pelo contribuinte.

Nas redes sociais, o secretariado do governador é assim: vive entre nuvens, esparramado no que o luxo oferece de melhor.

Um Governo interessante: quer apoio da sociedade. E quem- do Governo- arrisca a dar apoio ao chefe e ao subordinado?

Exceção de José Thomáz Nonô, o vice à espera de uma chance no Palácio República dos Palmares.