O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), demonstrou nesta quinta-feira (7), no Plenário, os resultados das medidas de economia implantadas na Casa desde a posse da nova Mesa Diretora, em fevereiro. De acordo com Renan a estimativa é que as medidas adotadas na redução de gastos com pessoal, custeio e investimentos, gere uma economia superior a 300 milhões de reais no biênio 2013/2014.

“Só para se ter uma ideia do êxito do programa de racionalização, sem prejuízo do funcionamento da Casa, em setembro já tínhamos ultrapassado a meta e alcançado uma economia de 159,4 milhões de reais. Reitero, portanto, que é possível fazer mais com menos”, asseverou Renan. O presidente lembrou que os números do Senado são públicos e constam de relatório administrativo detalhado, disponível a qualquer cidadão no Portal da Transparência.

Renan recebeu os apartes dos senadores Ana Amélia (PP-RS), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Cícero Lucena (PSDB-PB), Roberto Requião (PMDB-PR) e Eduardo Suplicy (PT-SP) que elogiaram os números alcançados com as medidas e a iniciativa de tornar os gastos do Senado transparentes. “Quero enaltecer o esforço da Mesa Diretora e de Vossa Excelência. As diversas medidas que vêm sendo adotadas fazem com que o Senado caminhe na direção de cada vez mais ter a sua administração inteiramente conhecida pela opinião pública, pelos eleitores”, observou o senador Eduardo Suplicy (PT-SP).

“Todas as notícias que lemos nos jornais, vemos na TV ou na internet sobre eventuais contradições da Casa só são possíveis porque, ao dar transparência absoluta, facilitamos o controle social e isso, sem dúvida, é muito positivo. O controle social nos ajuda a corrigir erros, a eliminar vícios e aperfeiçoar distorções”, avaliou Renan. “Estes são números abertos e suscetíveis a qualquer investigação ou auditoria que se queira fazer, seja o Tribunal de Contas, seja o Ministério Público ou qualquer órgão de controle”, observou Renan Calheiros.