É cada vez mais delicada a situação política do deputado federal Arthur Lira (PP)- apeado a liderança do PP na Câmara sabe-se lá por quais motivos.
Dependendo do capital eleitoral do pai- o senador Benedito de Lira (PP)- Arthur foi condenado ano passado, pela Justiça, na Operação Taturana. Em setembro deste ano, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, pediu urgência no depoimento de Jullyene Cristine Santos Lins, ex-mulher de Arthur, que acusa o deputado de agressão, baseando-se na lei Maria da Penha.
E ele responde a outro processo- este por lavagem de dinheiro- também no STF (ministro Marco Aurélio).
Em Brasília, Arthur Lira ganhou o céu e rapidamente chegou a inferno. Desentendimentos internos extraíram Arthur da liderança do PP.
Mas, se a Justiça for célere, Arthur pode enfrentar problemas em sua reeleição. Uma permanência crucial- garantindo o foro por prerrogativa de função (o foro privilegiado). É lá em Brasília onde a Justiça pode ajudar mais quem se encontra em apuros.
É o caso de Arthur, o Lira que tenta não ser "O Breve".
