Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a seis anos e dois meses de prisão no julgamento da ação penal 470, o processo do mensalão, o advogado Rogério Lanza Tolentino, ex-sócio do publicitário Marcos Valério, é alvo de nova denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) em Minas Gerais. De acordo com o MPF, na denúncia apresentada à Justiça Federal, Tolentino é acusado de sonegação fiscal, cuja pena, em caso de condenação, pode chegar a até cinco anos de prisão.
Tolentino já responde a outras três ações penais por fatos relacionados ao mensalão e ao chamado mensalão mineiro, e foi condenado em duas delas. De acordo com o MPF, a sonegação refere-se aos exercícios financeiros de 2002 e 2005, com um crédito tributário estimado em quase R$ 7 milhões pela Receita Federal. A dívida foi definitivamente constituída na esfera administrativa em 14 de junho de 2012, e não foi paga nem inscrita no Refis para parcelamento.
Rogério Tolentino era o advogado da SMP&B Comunicação, empresa pertencente a Marcos Valério Fernandes de Souza, acusado pelo STF de ser o principal operador do mensalão. Na nova denúncia oferecida pelo MPF, Tolentino é acusado de sonegar imposto de renda, entre 2002 e 2005, por meio da omissão, ao Fisco Federal, do recebimento de honorários e de rendimentos que transitaram por suas contas bancárias. As declarações entregues à Receita registravam quantias muito inferiores à sua real movimentação financeira nos bancos Bemge, Rural, Itaú, Bradesco e BankBoston.
Tolentino já responde a outras três ações penais por fatos relacionados ao mensalão e ao chamado mensalão mineiro, e foi condenado em duas delas. De acordo com o MPF, a sonegação refere-se aos exercícios financeiros de 2002 e 2005, com um crédito tributário estimado em quase R$ 7 milhões pela Receita Federal. A dívida foi definitivamente constituída na esfera administrativa em 14 de junho de 2012, e não foi paga nem inscrita no Refis para parcelamento.
Rogério Tolentino era o advogado da SMP&B Comunicação, empresa pertencente a Marcos Valério Fernandes de Souza, acusado pelo STF de ser o principal operador do mensalão. Na nova denúncia oferecida pelo MPF, Tolentino é acusado de sonegar imposto de renda, entre 2002 e 2005, por meio da omissão, ao Fisco Federal, do recebimento de honorários e de rendimentos que transitaram por suas contas bancárias. As declarações entregues à Receita registravam quantias muito inferiores à sua real movimentação financeira nos bancos Bemge, Rural, Itaú, Bradesco e BankBoston.