Em nota conjunta dos partidos aliados, enviada ao CadaMinuto, nesta sexta-feira (18), os partidos do PSDB, PSB, PP, PR, PPS, DEM, PSD e PROS lamentam “mais uma demonstração de desinformação e grosseira tentativa de manipulação política por parte da oposição para confundir a opinião pública em relação aos empréstimos captados pela atual gestão de governo e o processo histórico de endividamento do estado”.

Ao final, a nota afirma que é clara a tentativa de “desmontar os feitos do governo”. “Fica absolutamente claro que o que se pretende é a uma inútil tentativa de desmontar os grandes feitos deste governo, em diversas áreas, sobretudo naquelas voltadas para o avanço dos indicadores socioeconômicos.”, concluiu.

Leia a nota na íntegra.

NOTA CONJUNTA DOS PARTIDOS ALIADOS

Os partidos abaixo assinados – PSDB, PSB, PP, PR, PPS, DEM, PSD e PROS - lamentam mais uma demonstração de desinformação e grosseira tentativa de manipulação política por parte da oposição para confundir a opinião pública em relação aos empréstimos captados pela atual gestão de governo e o processo histórico de endividamento do estado.

Não sabem os partidos ligados ao senador Fernando Collor que os empréstimos públicos captados pelo estado para investimento não são uma exclusividade de Alagoas, mas uma política do governo federal para todo o país, em face da capacidade limitada dos estados em aplicar os recursos necessários nas políticas públicas, como saúde, segurança, educação e desenvolvimento econômico e social. O empréstimo de recursos novos – da ordem de R$ 1,2 bilhão – se contrapõe a um pagamento, no mesmo período, de R$ 4 bilhões de reais, por parte do governo de Alagoas.

A captação de recursos é parte da política de desenvolvimento do governo federal e inclui todos os estados. Ficar fora dela seria ficar na contra mão do processo de desenvolvimento nacional.

O governo Teotônio Vilela recuperou a capacidade financeira do estado, o que permitiu estar inserido nesses planos de desenvolvimento nacional, o que não acontecia no governo passado, quando Alagoas estava impedida de captar operações de crédito.

A dívida, que inicialmente era de R$ 1,2 bilhão e hoje passou a R$ 7 bilhões, em momento nenhum se deveu ao não pagamento da mesma, mas às condições de indexadores desproporcionais aplicados aos contratos.  E aqui cabe lembrar que as oposições, representadas no Congresso, inclusive as lideranças que assinaram a nota das oposições, nada fizeram para mudar esse quadro.

Fica absolutamente claro que o que se pretende é a uma inútil tentativa de desmontar os grandes feitos deste governo, em diversas áreas, sobretudo naquelas voltadas para o avanço dos indicadores socioeconômicos, no qual a oposição tem experiência muito negativa, que foi deixar o Estado incapaz de receber investimentos públicos e privados e colocar a população em condições de miserabilidade.

 

                       PSDB, PSB, PP, PR, PPS, DEM, PSD e PROS