Os cálculos são do senador Fernando Collor (PTB): até o final deste ano, o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) deixa uma dívida de R$ 4 bilhões ao próximo chefe do Executivo.
O blog perguntou, na noite de quinta-feira (10), a Collor, como ele chegou a esta conclusão:
- Vilela recebeu as finanças da era Ronaldo Lessa "com uma dívida de R$ 500 milhões";
- O Governo toma empréstimos, mas não tem capacidade de endividamento por estar no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal;
- Então, o Governo "maquia as contas", com seus técnicos. Mas, isso não muda a posição de endividamento. Recorre então à Justiça, "provando" que o Estado pode contrair empréstimos. A Justiça concede a liminar, com base na "documentação falsa"- as aspas são de Collor;
- E o empréstimo vem a Alagoas. "Os relatórios enviados ao Tesouro Nacional são maquiados. O que estou dizendo é de extrema gravidade. Consegue-se empréstimos na manipulação de dados das contas. Age de forma ilegal e desonesta", disse.
E onde está o dinheiro?
- "Estamos procurando".
