Além dos escândalos para os quais ainda não conseguiu dar efetivas respostas, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas, Fernando Toledo (PSDB), começa a lidar com a pressão por parte de alguns colegas deputados estaduais.
Há pressões de bastidores e pressões oficiais. Entre as “oficiais”, a cobrança para a apreciação de propostas de emenda à Constituição Estadual que foram compromisso de Fernando Toledo ao assumir a presidência da Casa de Tavares Bastos.
Elas deveriam ser votadas no início do segundo semestre, mas até o presente momento adormecem; aguardam um posicionamento da Mesa Diretora da Casa de Tavares Bastos.
Uma das propostas proíbe reeleição para a presidência da Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas. As outras – como ressaltou a jornalista Vanessa Alencar, em matéria no CadaMinuto – também versam sobre a escolha do comando da Casa.
João Henrique Caldas, o JHC (PTN), faz a proposta de que o pleito ocorra de forma individual. Eleições por cargos e não em chapa. Ronaldo Medeiros (PT) quer proibir a antecipação das eleições para a Mesa Diretora. A PEC de JHC deveria entrar em pauta na semana passada, mas o parlamento estadual “esbarrou” na falta de quórum.
Ainda há – na Casa de Tavares Bastos – discussão semelhante a que ocorre no Congresso Nacional: o fim do voto secreto. A proposta para acabar com o voto secreto é de Isnaldo Bulhões (PDT). Estes assuntos – e a ausência de transparência de sempre! – vão pressionar Fernando Toledo no comando da Casa, durante esta semana.
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