Durante a quinta e a sexta-feira, os secretários, assessores e diretores de escolas de Joaquim Gomes, estiveram participando de um treinamento, que contou com a presença do prefeito Toinho Batista e outros nomes que completam sua administração. A empresa Consulter e Assessoria, trouxe uma discussão no primeiro dia de capacitação, onde desperta na equipe de governo, os cuidados em que precisam tomar para poder gerir os recursos públicos do município.

 O Consultor de Gestão Pública, Paulo Chancey, formado também em direito, abriu o seminário, trazendo assuntos que servirá como orientação para que os gestores possam agir dentro da legalidade, utilizando a formalidade para que os investimentos do município tenham seus efeitos, Paulo em entrevista ao jgnoticias, falou sobre a importância da capacitação e destacou a iniciativa do prefeito, quando foi bastante significativa, e que trás aos seus liderados, uma visão mais ampla sobre licitações e meios legais de se comprar produtos ou serviços.

 A capacitação segue até amanhã, quando o auditório do Centro Paroquial São José. Está sendo palco desse evento, que discute sobre Licitações e contratos administrativos, e que durante os dias 15 e 16, todos vão poder se inteirar de todo processo licitatórios, para que tenham um melhor conhecimento do assunto.

 Para o secretário de Finanças, Edilson, essa é uma forma de organizar a administração e foi pensado pelo prefeito, segundo Edilson, somente a coisa organizada pode ter efeitos positivos, e com a capacitação, os secretários vão poder enxergar melhor que é preciso cada um deles, enviar de forma documental por exemplo, suas solicitações, tanto de produtos como de serviços, e que a partir dai, terá o procedimento normal, que gera protocolo e todo procedimento que tem que ser padronizado no sistema de governo.

 Segundo o secretário, tudo será destinado aos setores responsáveis, e segundo ele, as coisas no município já tem andado para isso, o que foi elogiado pelo seminarista, que destacou a situação do município, uma vez que viu que as cosias caminharam muito bem. Edilson lembrou que somente de pregão e ata de registro de preços, o município vem avançando e já está no 14º, o que indica as coisas seguindo na direção correta. Ele explica que Joaquim Gomes, está bem a frente do que costuma ser comum, realizando mais de um pregão por mês, significando que o município não está parado, disse ele.

 Edilson revelou que muitos até não tem uma compreensão e começam a achar que as coisas em Joaquim Gomes estão travadas, e na realidade não estão, e que apenas as coisas estão sendo legalizadas, e que não apenas os secretários, mas os assessores direto e indireto vão poder ter uma visão melhor de administração, pois quando isso ocorre tudo começa fluir naturalmente e essa é a visão desse governo. Ele destacou os diretores, pois diante desse processo, eles terão uma visão maior de organização, disse O secretário. Alegando que, estão como gestor e é bom que tenham a conscientização  que nada fique no falar e sim em solicitação oficial, e a partir dai as coisas vão para o setor responsável seguindo toda tramitação. Finalizou.

 Uma discussão levantada pelo seminarista, chamou a atenção de todos, onde lembrou que, a licitação não pode trazer prejuízo a população em questões emergenciais, ele deu como exemplo a merenda escolar e medicamentos, onde a burocracia dos processos licitatórios, não permite que seja possível comprar licitado dentro do prazo, então destacou a compra emergencial, o que é o meio legal de não permitir que o aluno fique sem a merenda nem o paciente sem o remédio. Ele terminou o primeiro dia dizendo: "Onde a emergência não cabe a formalidade". Ou seja, não se pode permitir a falta de produtos emergenciais, quando o meio legal existe e apenas não é utilizado. Com esse discurso ele esclareceu aos participantes que não se pode atribuir a um processo emergencial o mesmo tempo de um processo licitatório, e orientou aos secretários e gestores, que não pode deixar faltar produtos alimentícios e medicamentso, por conta de um processo licitatório, em que a lei permite a compra emergencial.