"Viva a nossa Alagoas, viva a juventude alagoana que protestou de forma ordeira como deve ser". Esse é o comentário do vice-governador democratas, Thomaz Nonô, sobre as manifestações acontecidas em Alagoas. Segundo ele, "é evidente que os poderes precisam ouvir as vozes das ruas sob pena de ser politicamente guilhotinado".
Com a ressalva de que não se pode colocar em risco a coletividade, os protestos no país são positivos, e as deficiências dos serviços públicos carecem de mais atenção e investimentos, pontou Nonô, acrescentando que a manifestação da juventude é salutar e representa um inconformismo ante os sucessivos escândalos no Brasil. Para ele, o que estamos vendo é uma manifestação popular contra o poder.
"Diante disso, não posso deixar de fazer uma reflexão em relação a revolução francesa, que teve um princípio assemelhado e foi o alicerce na construção das modernas democracias. A experiência francesa foi um período de muitos excessos, caos, depredação sistemática de bens públicos e particulares, muito vandalismo e desordem", colocou.
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Aproveito e faço uma observação muito pessoal, toda essa movimentação me fez recordar da atividade estudantil no Recife em 1968, o “Ano Que Não Terminou”, Thomaz Nonô viveu intensamente com estudante de Direito em Pernambuco.
