O julgamento dos acusados de matar Diego de Santana Florêncio não vai mais acontecer em Palmeira dos Índios. A decisão é do Judiciário da cidade, que suspendeu o juri até a decisão do desaforamento. 
 
O relator do pedido do desaforamento é do juiz convocado, pelo Tribunal de Justiça, Celyrio Adamastor.
 
Os assistentes de acusação alegaram que os acusados no crime- ligados à família Garrote - usam "meios escusos" (termo dos advogados) para "obter um resultado favorável no processo". Os "meios escusos" incluem álibis forjados e constrangimento das testemunhas.
 
"Decerto tentarão de todo modo constranger as testemunhas que irão depor em plenário e influir na imparcilidade dos jurados", explica a defesa.
 
Diego foi assassinado, com 12 tiros de pistola, em 23 de junho de 2007. O julgamento- que não vai mais acontecer na cidade- estava marcado para 30 de julho. Um dos acusados de matar Diêgo é Antônio Garrote, filho de Ângela Garrote, ex-prefeita de Estrela de Alagoas.Os outros são: Paulo Teixeira (o "Paulo do Cartório") e Juliano Ribeiro Balbino.