A pesquisa e a tecnologia rural realmente modificam cenários considerados improdutivos. Quem imaginaria o Vale do São Francisco, produzindo frutas para exportação, uvas, vinhos e até espumantes? Já para os próximos vinte anos, podemos vislumbrar a possibilidade de potencializar as tecnologias de que a Embrapa já dispõe para utilização no Nordeste, de modo a viabilizar soluções para que os sertanejos possam produzir em áreas que sofrem com a seca.
Há muitos anos a agropecuária vem batendo sucessivos recordes de produção; a safra de grãos mais que duplicou, assim como a oferta de carne bovina, suína e de frango, a produção de leite e hortaliças, a pecuária caprina e ovina, a fruticultura; a produção de fibras, flores e essências.
A Embrapa vêm contribuindo com suas ações seja no âmbito da pesquisa, da inovação e da sustentabilidade.
Entretanto, penso que a Embrapa não quer viver das glorias do passado, mas mostrar seu espírito empreendedor ao pensar nas próximas décadas, com o combate a novas pragas e aumento da produtividade, em um cenário de recursos naturais escassos e fenômenos naturais cruéis que são recorrentes no Nordeste brasileiro.
O papel de pesquisadores e servidores da Embrapa na obtenção dos resultados obtidos pela empresa é reconhecido por todos São esses profissionais credores da gratidão de todo o povo brasileiro pelo extraordinário trabalho que realizam em prol da nossa produção agropecuária. Devemos, sempre em mente que, para cumprirem a missão institucional da empresa, necessitam esses servidores do apoio e incentivo.
Como senador da República, estou à disposição para colaborar no sentido de que a Embrapa continue a exercer o importante papel na superação dos limites de suas pesquisas que resultarão na multiplicação dos recordes de um setor essencial na balança comercial do Brasil.
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