A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJ/AL) negou por unanimidade de votos o pedido de Habeas Corpus impetrado pela defesa de Luciana Lins Pinheiro, presa acusada de ser a autora intelectual do crime que teve como vítima a sua irmã, a funcionária pública Quitéria Pinheiro. O crime ocorreu no ano passado, dentro da residência da vítima, localizada no bairro da Gruta.  O relator do processo foi o desembargador Fernando Tourinho.

Luciana Pinheiro, que teve a prisão decretada pelo juiz Maurício Breda, da 7ª Vara Criminal da Capital, foi presa três meses após o crime, no dia 07 de dezembro de 2012. As investigações da Polícia apontam a acusada como mentora do crime, que foi executado pelo seu filho, Klinger Pinheiro e seu amigo Mustafá Rodrigues Nascimento.

À época, de acordo com o delegado Cícero Lima, titular da Delegacia de Homicídios, Klinger e Luciana planejaram o assassinato e o motivo seria uma dívida de mais de cinco mil reais. A Polícia concluiu que o disparo que vitimou a funcionária pública foi deflagrado por Mustafá. Ele estava no carro junto outros dois amigos de Klinger.

Durante as investigações, segundo o delegado, após participar do assassinato da tia, Klinger e amigos seguiram Pátio Maceió, junto com Luciana. “Quando ela entrou no carro ele (Klinger) disse pra mãe que estava tudo certo e ela deu um suspiro de alívio”, afirmou o delegado, acrescentado que este fato foi relatado por um dos envolvidos.