A reflexão não é minha, mas compartilho dela. A forma como os políticos “profissionais e carreiristas” estão utilizando os programas televisivos destinado a propaganda política do partido é de assustar.
O colunista Flávio Gomes de Barros foi muito feliz em sua coluna Conjuntura (jornal Tribuna Independente) ao comentar o tema. Em uma nota titulada Vale Tudo, o jornalista ressalta: “o horário dos partidos políticos na TV e no Rádio, que deveria ser utilizado para divulgar ações e propostas das legendas, continua servindo de palanque político aos que dominam o partido”.
É uma verdade! E há casos em que a vigarice é tamanha, que o espaço é cedido a quem sequer – VISIVELMENTE – representa as bandeiras do partido, quer o eleitor concorde com esta bandeira ou não. Em resumo: é colocar a cara já pensando nos projetos embrionários visando o processo eleitoral de 2014.
Só vai ao ar o cacique, o índio não importa, e o partido não tem vez. Simples assim!
Em Alagoas, a realidade é a mesma do restante do país. Flávio Gomes ainda arremata de maneira precisa, ao afirmar que além de ser campanha antecipada é uma injustiça com aqueles que pretendem entrar no pleito, mas não possuem mandato.
No fim das contas, reforçam a tese de que “o rio só corre mesmo para o mar”. Por isto reforma política é assunto tão urgente neste país. Mas, reforma política discutida de forma séria e não nos moldes daqueles que querem se perpetuar no poder.
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