A composição das comissões trouxe uma certa tranquilidade para a Câmara Municipal de Maceió, definindo espaço para os edis. Ou seja: os “raios” de atuação.

 

Porém, a Casa de Mário Guimarães ainda está longe dos dias em que “todos confiarão em todos”. São arestas a serem aparadas e desconfianças de alguns novos edis com os que ainda estão de legislaturas passadas, conforme algumas informações de bastidores.

 

Um dos desentendimentos – por exemplo – se dá entre Kelmann Vieira (PMDB) e Sílvio Camelo (PV). Por sinal, pode ter sido o ponto de partida de algumas das reclamações de Vieira. Os dois já chegaram a discutir de forma mais dura.

 

Outro ponto que gerou instabilidade foi o duodécimo da Câmara Municipal de Maceió. Desta vez, a psolista Heloísa Helena não ficou sozinha defendendo que não se aumentasse o repasse. Teve o apoio de Vieira, por exemplo.

 

Heloísa Helena ficou sozinha – mais uma vez – quando defendeu a redução. Aí também seria demais, né? Reduzir os R$ 50, 2 milhões? Não dá!

 

O clima na Câmara Municipal é de tranquilidade aparente. Porém de olhares desconfiados para todos os lados. O presidente da Casa, Francisco Holanda Filho, o Chico Filho (PP), precisará de muita habilidade nos bastidores para evitar que assuntos administrativos retornem à tribuna.

 

Se retornarem, serão pretextos. O difícil é saber “pretextos” de que...

 

Enfim...

 

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