No salvo conduto concedido à ex-prefeita de Piranhas, Melina Freitas (que evita a futura prisão dela, nas investigações por corrupção via Gecoc), ela alegou que não representa um risco na cidade. Nem para destruição de provas nem é ameaça "à paz social do municipio".

Melina alegou ainda ao desembargador Fernando Tourinho- que concedeu o salvo conduto no Tribunal de Justiça-não ter nem acesso aos dados do município (ela foi derrotada nas eleições à Prefeitura de Piranhas para o doutor Dante) nem intimidará testemunhas no curso da ação penal.
 
Melina conseguiu o salvo-conduto em menos de um dia. Ela é filha do desembargador e ex-presidente do TJ, Washington Luiz Damasceno Freitas.
 
Para efeito de comparação, o salvo conduto concedido ao ex-prefeito de Maragogi, Marcos Madeira, demorou três meses.