Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Síndrome de Down, alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais no par 21, o programa Educativa em Revista traz uma série de entrevistas especiais sobre o assunto. Nesta quarta-feira (20), Elias Ferreira conversa com Alesson Loureiro, presidente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). O programa vai ao ar de segunda a sexta, das 07h às 08 horas, pela Rádio Educativa FM.


Participam desta edição a fisioterapeuta e coordenadora Clarissa Cotrim e a doula (profissional que trabalha com a humanização do parto) Andressa Laranjeiras. Ambas falam sobre como deve ser feita a estimulação e a fisioterapia de pessoas com Síndrome de Down. Indivíduos com Síndrome de Down podem apresentar algumas ou todas as características ligadas ao distúrbio.
Entre elas estão o comprometimento intelectual, dificuldades motoras e na articulação da fala, rosto arredondado, mãos e orelhas pequenas, além de olhos semelhantes aos de orientais.

Também estão mais suscetíveis a determinadas doenças. As crianças com Síndrome de Down devem ser submetidas a uma terapia que envolve profissionais de diversas disciplinas - fisioterapia, fonoaudiologia e psicologia- para superar as dificuldades impostas pelo distúrbio.
Quanto à educação, até a fase de alfabetização, deve ser como a de qualquer outra pessoa. Embora não tenha cura, o avanço na medicina permitiu um grande aumento na expectativa de vida. De 15 anos, em 1947, subiu para 50, em 1989. Hoje, há pessoas que viveram até os 70 anos com o transtorno.


A data - O dia 21 de março foi escolhido pela associação "Down Syndrome International" para ser o Dia Internacional da Síndrome de Down em referência ao erro genético que a provoca. Todo mundo tem 23 pares de cromossomos. Quem tem Down tem três cromossomos no par de número 21 (daí a data 21/03).