De acordo com o vereador João Luiz (Democratas), a atual Prefeitura Municipal precisa tomar uma decisão sobre o que fazer em relação ao antigo Colégio Hélio Lemos, que foi adquirido pelo município. Para o edil do Democratas, “foi dinheiro público jogado na lama”.

João Luiz ressalta que a piscina do colégio virou uma imensa “poça de lama”. “É uma piscina de 11 metros que serve de foco de dengue”. Ele destaca ainda que apenas oito salas de aula estão em funcionamento e que o Ginásio de Esportes sofre por falta de manutenção.

“Tem um teatro lá que já roubaram até o piso”, colocou o pastor. João Luiz lembra ainda do caso do Colégio Crisipiniano Portal que chegou a ser doado pelo governo do Estado em épocas passadas e depois vendido para o município. Ou seja: mais dinheiro jogado no lixo.

“Era um prédio que era uma escola e hoje, o Hélio Lemos, parece ter passado pela guerra do Iraque”. A escola hoje se chama Nossa Lar e é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Educação.

Vejam bem, o mesmo assunto já foi levantado pela imprensa em 2009 e mostrava a situação humilhante a qual os alunos eram submetidos. Os estudantes comiam a merenda com a mão porque sequer havia talheres, sentavam no chão, além de outros absurdos.

O triste é constatar que esta situação na rede municipal de ensino de Maceió pode não ser a única, o que cobra agilidade do prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), em relação ao assunto.

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