O líder do prefeito na Câmara Municipal de Maceió, vereador Eduardo Canuto (PV) acredita que deva prevalecer o “entendimento” em relação ao duodécimo da Casa de Mário Guimarães. O acordo - conforme o edil do PV - tende a ser pelo congelamento do atual valor: R$ 50 milhões/ano.
De acordo com ele, este tem sido o sentimento da Casa. No dia de ontem - conforme os bastidores políticos - a questão envolvendo o repasse anual do parlamento-mirim teria provocado desentendimentos na atual Mesa Diretora. Alguns vereadores já se mostram contrários ao aumento do valor.
Canuto ressalta que a peça orçamentária foi trabalhada pela administração passada - gestão do ex-prefeito Cícero Almeida (PSD) - e não tem mudanças no valor total de R$ 1,7 bilhão, mas sim em remanejamentos para que o prefeito Rui Palmeira (PSDB) possa priorizar as ações de seu plano de governo.
Segundo o líder do prefeito, estas ações englobam planos para a Saúde, Educação e Assistência Social. “Em relação ao duodécimo da Casa, o sentimento é de que o assunto seja resolvido de forma técnica mesmo. Os vereadores terão direito ao que for colocado pelos técnicos com base nos números apresentados, que é o repasse de 4,5%. Este tem sido o sentimento”, frisou.
Eduardo Canuto voltou a destacar o interesse do Executivo de entregar a Lei Orçamentária Anual (LOA) ainda nesta semana para que o trâmite desta a Casa já se inicie na próxima terça-feiram 05. “O prefeito trabalha para que isto ocorra”. Vale ressaltar que a aposta no congelamento ainda vai de encontro os estudos do Ministério Público de Contas que - por meio de parecer - fala em redução do valor para R$ 42 milhões/ano.
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