Mais um capítulo da Máfia do Lixo. A ação movida pelo Ministério Público Estadual de Alagoas (MPE/AL) contra os acusados de dispensa indevida de licitação entre o município de Maceió e a empresa Viva Ambiental e Serviços Ltda. estará na pauta da sessão do pleno do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) desta terça-feira (26).

O caso

Em novembro de 2010, o MPE/AL  entrou com uma ação civil pública sob a acusação de improbidade administrativa contra o então prefeito de Maceió, Cícero Almeida e outras 15 pessoas.

Nas investigações foi apontado o desvio de R$ 200 milhões em contratos. Para maquiar as irregularidades o grupo alegava que o equipamento para a pesagem do lixo estava danificado e como o pagamento era efetuado por cada quilo recolhido, a pesagem era realizada em outros locais, sempre de forma irregular.

A prefeitura pagava R$ 464 mil à empresa Marquise. Um ano depois, em 2006 Almeida mudou a prestadora dos serviços pela Viva Ambiental, com um contrato de R$ 3,3 milhões mensais para realizar os mesmos serviços.