Na última quinta-feira (22), o presidente do Conselho Estadual de Segurança (Conseg), juiz Maurício Brêda, realizou uma série de visitas às bases comunitárias de Maceió. Policiais e moradores apontaram redução da criminalidade nas proximidades em que estão instaladas as bases.
A informação contradiz os dados do Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência (IVJ-Violência), divulgados na última terça-feira pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), em que Maceió aparece como a capital mais vulnerável à violência juvenil.
Os dados dom documento apresentam Maceió com 0,419 pontos, em uma escala que varia de 0 a 1, sendo a mortalidade por homicídios, o principal indicador na capital alagoana. O índice considerou jovens de 12 a 29 anos de idade que estão expostos a homicídios, mortalidade no trânsito, pobreza, desigualdade econômica, frequência escolar e acesso ao mercado de trabalho.
Em meios às declarações de redução de criminalidade, crimes de assassinatos continuam sendo registrados com frequência. De acordo com o relatório apresentado pelo Instituto Médico legal (IML), foram registrados, durante os meses de janeiro e fevereiro, 36 assassinatos por arma de fogo nos bairros do Jacintinho (6), Vergel (10), Cidade Universitária (13), Benedito Bentes (7). As bases comunitárias estão instaladas em Santa Maria, na Cidade Universitária, Conjuntos Carminha e Selma Bandeira, no Benedito Bentes, Osman Loureiro, Jacintinho e Vergel.










