A necessidade de fortalecer o Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) fez o novo procurador geral de Justiça, Sérgio Jucá, nomear o promotor Elísio Maia para integrar a equipe e dar apoio aos trabalhos realizados junto à 17ª Vara Criminal da Capital. O anúncio foi feito por Jucá, durante entrevista na manhã desta sexta-feira (04) a uma rádio local.
Com isso, Elísio Maia irá trabalhar junto aos outros quatro promotores que já integram a equipe do Gecoc em Alagoas. A coordenação do grupo irá continuar com o promotor Alfredo Gaspar de Mendonça, durante o próximo biênio, já que para Jucá a atuação do promotor vem sendo considerada positiva. Integram o Gecoc, atualmente, os promotores Alfredo Gaspar de Mendonça – coordenador do Grupo –, Luiz Tenório, Hamilton Carneiro e Antonio Luiz dos Santos Filho.
“Alfredo Gaspar é um modelo de promotor e sua atuação a frente do Gecoc é considerada um exemplo, pela forma que vem conduzindo os trabalhos. A equipe vem trabalhando de maneira correta e a decisão de nomear o promotor Elísio Maia é apenas para ganhar um reforço e ampliação dos trabalhos no combate ao crime organizado em Alagoas”, explicou o procurador geral do MP.
Agora com cinco promotores, o Gecoc deverá ter uma nova mecânica de funcionamento com a aceleração dos processos e maior distribuição dos trabalhos entre os integrantes do grupo. As ações desenvolvidas pelo grupo no combate a diversos crimes, dentre eles o de improbidade administrativa e crimes contra a administração pública, continuaram recebendo atenção do MP. “O Gecoc realiza um serviço relevante e inestimável. O fortalecimento do grupo irá intensificar os laços entre MP e juízes da 17ª Vara Criminal da Capital”.
Em entrevista, Jucá ressaltou as últimas operações realizadas em várias prefeituras de municípios alagoanos, quando foram cumpridos mandados de busca e apreensão para tentar localizar documentos que comprovassem irregularidades na Administração Pública das cidades. “Documentos foram apreendidos e estão sendo analisados para comprovar as denúncias”.









