A história de “amor e ódio” (ao longo de alguns anos) entre Alexandre Fleming e o PSOL parece estar mesma fadada a chegar ao fim. Fleming - que foi candidato à Prefeitura Municipal em 2012 pela legenda - deve deixar o partido em breve.
Nos bastidores - conforme apurou o blog - já há conversa com outras legendas que estão na esquerda ou que estão mais próximas de uma posição de centro. Uma flexão que tem limites, obviamente, o que é possível observar até pelo discurso que Alexandre Fleming traz em suas redes sociais.
Nesta pavimentação para o futuro, o psolista pode ser posto como candidato ao Senado Federal em 2014, entrando em um imprensado entre o atual governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) e o senador Fernando Collor de Mello (PTB). Resta saber qual será a legenda.
Falei com Alexandre Fleming ontem. Ele não confirma nenhuma das informações que obtive. Natural sua cautela. Se a “flexão” será erro ou acerto? Se ela acontecer, a resposta se dará pelo eleitor ao analisar o discurso que Alexandre Fleming adotar. Este espaço também o fará, como sempre faço minhas ponderações nas redes sociais, que já gerou alguns embates com Fleming, mas sempre respeitosos, evidente.
Entre as opções para o quase ex-psolista está até um partido em processo de fundação. O fato é que após a crise vivenciada que colocou de um lado Alexandre Fleming e do outro Mário Agra, fica evidente a necessidade do primeiro citado se distanciar de embates, de desgastes para pensar em um futuro político, caso deseje participar do xadrez de 2014. Não é preciso ser gênio para entender que este espaço não é mais o PSOL.
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