Uma dúvida foi posta pela vereadora Heloísa Helena (PSOL): a possibilidade de alguns vereadores estarem utilizando o projeto que parcela a dívida com o IPREV como forma de barganha. A psolista não cita nomes mais usa as palavras “extorsão” e “mensalinho”. Será?
Galba Novaes (PRB) - o presidente da Casa - ao falar do assunto diz que “cada um assuma pelo que fala, pois a acusação é séria”. O que Novaes comenta é a importância do projeto e que é necessário o quorum para a apreciação deste o quanto antes.
Ele estranha as ausências e até faz um apelo emocionado.
De acordo com Novaes, caso o município não reestruture a dívida pode cair no CAUC e se tornar inadimplente e acabar não recebendo alguns repasses. Por esta razão, o presidente da Câmara até chegou a afirmar que a ausência de edis pode ser pelo fato de que alguns não se antenaram para a importância do assunto. Muito ingênuos esses vereadores, oh céus!
Do outro lado, a tese de Heloísa Helena: o projeto servindo de algum tipo de barganha. Quem poderia confirmar? Ora, o próprio prefeito eleito Rui Palmeira (PSDB), ou então o atual chefe do Executivo, Cícero Almeida (PSD). Pois, a colocação de Heloísa Helena de fato é seríssima.
O parcelamento do IPREV - em relação à Câmara - versa sobre gestões anteriores a de Galba Novaes. Quanto à sua gestão, ele diz que está tudo em ordem e com as obrigações sociais em dia.
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