O Instituto Cidadão anunciou neste terça feira a outorga do Prêmio José Aprígio Vilela de Gestão Pública Responsável e Empreendedora ao procurador geral de Justiça Eduardo Tavares Mendes.

A entrega acontecerá em sessão do Colégio de Procuradores, na sede do Ministério Público Estadual, no próximo dia 17 de Dezembro às 10 horas.

O “Prêmio José Aprígio Vilela de Gestão Pública Responsável e Empreendedora” tem como objetivo homenagear gestores públicos que tenham contribuído com os princípios da legalidade, da moralidade e do interesse público e cujas ações administrativas se revistam da responsabilidade e empreendedorismo.

Ao adotar o nome do empresário José Aprígio Vilela como patrono, o Instituto Brasileiro de Municipalismo, Cidadania e Gestão – Instituto Cidadão- prestou uma homenagem a uma figura reconhecidamente admirável, com inestimáveis serviços prestados ao Estado de Alagoas.

Anualmente cinco Administrações municipais são escolhidas por uma comissão técnica para receber o troféu e o Diploma da Cidadania cujo evento vai acontecer  hoje dia 14 na cidade de Piranhas em sessão solene convocada para esta finalidade.

O regulamento que criou o Prêmio José Aprígio Vilela de Gestão Pública Responsável e Empreendedora estabelece que “ a critério da diretoria do Instituto Cidadão a outorga poderá ser feita a instituições e administradores públicos que tenham contribuído direta ou indiretamente para a preservação dos princípios da moralidade, da legalidade e do interesse público e sejam reconhecidamente merecedores da honraria”.

O prêmio foi criado no ano de 2006 e o procurador Eduardo Tavares Mendes será o primeiro a ser agraciado dentro deste critério uma vez que até então a cada ano apenas cinco municípios foram contemplados.

Para o presidente do Instituto Cidadão, jornalista Pedro Oliveira, “ o procurador Eduardo Tavares Mendes simboliza em sua gestão a conceituação de um Ministério Público atuante, voltado para o interesse público e guardião de princípios fundamentais para a nossa sociedade.

Recebe uma homenagem justa no momento em que passará o comando da instituição ao término de sua profícua gestão”.

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