A seca em Alagoas atinge a todos. Não é mais privilegio do sertão e agreste ou mesmo na Bacia Leiteira, onde em Jaramataia uma tarefa de palma já custa três mil reais.
A maior reclamação dos prefeitos do Alto Sertão alagoano foi em relação ao socorro para preservar o rebanho bovino. O Governo Federal tem exigido muita burocracia nos contratos com a Conab para compra do milho. A distribuição também é muito precária.
Resultado: o gado está morrendo.
Mesmo vivendo em regiões abastecidas de água, como é o caso do município de Junqueiro, que conta com água encanada grátis em quase todos os povoados do seu território a população vem sofrendo as consequência da estiagem.
Segundo informação passada pelo internauta Cil Silva, residente em Junqueiro, "temos água, porém o clima não deixa que verduras como o coentro, o alface e outras folhagens se desenvolva.
"Conta ele ainda, que a irrigação não consegue suprir o que a natureza faz em pouco tempo de chuva.
Resultado: O mercado publico de Arapiraca, principal centro de abastecimento da região agreste já não tem recebido as verduras e legumes que eram produzidos nos arredores de Arapiraca.
A escassez é tanta que às 5 horas da manhã, horário que os feirantes estão comprando os produtos: verduras como o coentro, o alface, a couve, o pimentão, o tomate, entre outras já não se vê tanta oferta como no período em que está chovendo.
Produtos como a couve que na época da chuva se comprava 10 maços por 1 real, hoje são 5 maços apenas, e quando tem a sorte de encontrar.
Alguns produtos como o tomate a cebola de cabeça a cenoura, o pepino, o repolho, a beterraba, ainda se encontra em maior quantidade por que estão vindo do vale do São Francisco - Juazeiro da Bahia e Petrolina-Pe.
Tomara que as trovoadas de janeiro não faltem, já que o ditado diz que tardam. Deus nos ajude.
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