Os cinco candidatos à Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Alagoas, devem ser respeitados por suas biografias e pelo que podem contribuir com a entidade no próprio processo do pleito diante de uma decisão sadia.
São nomes de peso da advocacia alagoana e - mais que isto! - conhecedores de sua área. Podem e devem se ater a boa discussão propositiva.
Além disto, o processo eleitoral da Ordem tem a obrigação de servir de exemplo. Caso contrário, o que dizer da entidade que evoca para si a responsabilidade de fiscalizar os tradicionais pleitos eleitorais por meio da Comissão de Combate à Corrupção Eleitoral. Disto isto, vem o que se lamentar...
Pois bem! É vergonhoso que o processo eleitoral já tenham seus “fakes” nas redes sociais, ambiente onde as discussões sobre o pleito dos advogados pegam fogo.
Creio eu que tais “personagens” são oriundos da sordidez dos mais realistas que o rei, que atacam para “mostrar serviços”. Vivem do sentimento belicoso. O que estes terão a contribuir? Nada. A covardia não contribui com absolutamente nada.
O ataque desferido contra qualquer um dos cinco candidatos sem fundamentos deve ser repudiado, diante de tanto debate que deve ser feito. Os mais realistas que o rei também atacam até as características físicas de determinados candidatos, em tom jocoso, para ferir, incomodar a estima do tido como inimigo e não como adversário. É uma pena em um pleito que é marcado justamente pela qualidade, inteligência e competência dos postulantes.
Mas que se frise: não creio que ações deste tipo partam dos candidatos. Não mesmo!
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