O prefeito CÍcero Almeida, que gosta de fazer reuniões, deverá intensificar essa prática para analisar as causas da derrota do médico Jurandir Boia, que substituiu Lessa na disputa da prefeitura, e a razão dele continuar não ajudando ao candidato Arnaldo Fontan (PRTB) a se eleger vereador. Mais uma vez ele colocou na sua coleção de derrotas a pretensão de voltar à Câmara Municipal de Maceió.

Almeida, mais uma vez, na geria do futebol, fez gol contra quando na sexta-feira, a dois dias das eleições, mandou dispensar 50 comissionados. Entre eles alguns assessores íntimos. Um deles, por sinal, foi citado no caso do lixão. A penalidade do rapaz foi porque no dia em que o tucano rui Palmeira foi ao Mercado da Produção, onde ele atualmente estava lotado, recepcionou o candidato.

No comentário de bastidores da prefeitura de Maceió, Almeida demitiu muita gente. E o pior de tudo: o pessoal está recebendo cartão vermelho sem ao menos receber o salário do mês, pois nenhum comissionado, pelo menos até hoje, recebeu seus vencimentos referente a setembro. No Pam Salgadinho, o clamou é grande. Já tem servidor que está sem trabalhar por não ter o dinheiro da passagem.

Em uma secretaria a vassourada do prefeito atingiu vários outros comissionados. Foram poupados apenas três servidores. Mas o prefeito não está preocupado com choro ou compromissos com quem que seja que tenha assumido quando os nomeou. Está decidido a continuar demitindo até o dia 31 de dezembro. Isto, pelo menos, é o que informou esta manhã um de seus assessores.

Esse mesmo assessor confidenciou a este blog: "Na reta final de campanha o prefeito-eleito, Rui Palmeira, foi muito beneficiando por Cícero Almeida. Inocentemente ele trabalhou como um cabo eleitoral muito eficiente”. Outro servidor do município está desconfiando de que o prefeito ainda mantém vínculo com o senador Benedito de Lira, presidente do PP, partido ao qual ele pertencia e que apoiou Rui.

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