Nesta segunda-feira (1°) completa um mês do desaparecimento da universitária Bárbara Regina Gomes da Silva, 21 anos. A jovem sumiu após deixar a boate Le Hotel, localizada no bairro da Ponta Verde, em Maceió. No final da manhã de hoje, parentes da jovem estiveram reunidos com o procurador geral Eduardo Tavares na sede do Ministério Público Estadual para cobrar celeridade no caso, uma vez que, o prazo de 30 dias da Divisão Especial de Investigação e Captura (Deic) já expirou.
Agentes da Polícia Civil começaram a investigar o caso e descobriram que a universitária deixou a boate acompanhada de um homem, o autônomo Otávio Cardoso da Silva, 25. De acordo com o delegado Antonio Nunes, responsável pelo caso, testemunhas confirmaram que a jovem teria sido morta e que a 10ª Vara Criminal da Capital expediu um mandado de prisão contra Otávio. Mas até o momento, ele ainda não foi preso.
A mãe e a tia de Bárbara Regina estão reunidas a partas fechadas com o procurador geral Eduardo Tavares, e segundo apurou o CadaMinuto, o caso ganha reforço do do promotor Luiz Vasconcelos.
“Nós convidamos o promotor Luiz Vasconcelos pela sua ampla experiência nas investigações e por solucionar os casos. Tenho certeza que ele irá contribuir bastante”, afirmou Tavares.
Ainda segundo o procurador, o delegado Antonio Nunes pediu uma prorrogação do prazo para solucionar o caso.
Para a família da estudante, a dor se mistura com a revolta da morte da universitária. “Recorremos ao Ministério Público como uma última instância. Esperamos sair com novidades da reunião. Queremos que o culpado seja punido”, afirmou.
