A “blitz” realizada pelos vereadores por Maceió nas agências bancárias do município resultaram - conforme o presidente da Câmara Municipal de Maceió, Galba Novaes (PRB) - em uma ação civil pública impetrada pelo Ministério Público do Estado de Alagoas contra algumas agências que estariam sem cumprir a “lei do tapume”.

A lei municipal obriga as instituições bancárias a colocarem divisórias que separem o cliente em atendimento no caixa dos demais que estão esperando. É uma forma de evitar que o cliente seja observado e se saiba o motivo pelo qual se encontra na agência.

De acordo com Novaes, uma iniciativa que visa reduzir o número de assaltos conhecidos como “saidinhas”, quando os usuários do sistema bancário são abordados ainda na porta das agências.

No mês passado, uma comissão de vereadores foi designada por Novaes para fiscalizar os bancos em Maceió e saber quais se adequaram a nova lei. Segundo o presidente, como o resultado encontrado não foi satisfatório e já se previa o “desrespeito” à lei aprovada pelos edis, o MP entrou com a ação.

O presidente destaca que recebeu um ofício do MP comunicando à Casa de Mário Guimarães a determinação e que será aplicada uma multa diária de R$ 20 mil, em caso de descumprimento. Novaes coloca que a ação foi impetrada pelo promotor Max Martins.
 

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