Perguntar não ofende (eu presumo!), então a indagação é muito simples: diante do impasse para se decidir qual será o número de vereadores em 2013 na Câmara Municipal de Maceió, como andam as Comissões Especiais de Investigação (CEIs) que foram abertas com “pompa e circunstância” no Legislativo municipal? Não se ouve mais falar delas.

Uma tem como objeto de investigação as causas da violência entre jovens - especialmente os homicídios - na capital alagoana (CEI da Violência); a outra versa sobre o abuso no aumento da tarifa de ônibus (CEI da Transpal) .

Ao levar em consideração as publicações na imprensa, a CEI da Transpal ainda avançou com oitivas, audiência pública e recolhimento de documentação junto ao empresariado. Mas, depois disso? O que foi feito? Será que o impasse em relação ao número de vereadores na Casa travou o Legislativo municipal?

Será que o trabalho dos edis (que já era bastante questionado) ficou bem mais lento diante da preocupação que bate na porta e deve ser decidida até o dia 30 de juho! Será? Quanto à CEI da Violência - a menina dos olhos de Galba Novaes - pouco se viu de efetivo até o presente momento.

Bem, com a palavra (espaço totalmente aberto para tal) os presidentes das CEIs: Paulo Corintho (Transpal) e Ricardo Barbosa (Violência). Afinal, o parlamento tem obrigações bem mais nobres que a discussão mínima de agora que é pautada pela insegurança jurídica, além de ir de encontro ao sentimento da opinião pública. Mais uma vez fica evidente o abismo entre as casas legislativas e o povo. E isto em tempos em que se fala em aumento de representatividade.  

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