O vereador petista Ricardo Barbosa (PT) cobrou - na manhã de hoje, dia 27 - da Câmara Municipal de Maceió um posicionamento em relação ao seu projeto de lei que altera a Lei Orgânica Municipal de Maceió, devolvendo assim à Casa de Mário Guimarães a prerrogativa de discutir em plenário e decidir sobre o aumento de tarifa de ônibus na capital alagoana.
O assunto - que é na atualidade é bem polêmico - em relação ao aumento das tarifas do transporte público municipal já rende uma Comissão Especial de Investigação: a CEI da Transpal. A ideia de Ricardo Barbosa é que a Câmara tenha mais poder sobre o reajuste em futuras negociações do setor empresariado.
Entretanto, a casa legislativa tinha este poder no passado, mas abriu mão, passando "a bola" para o Executivo municipal. Por quais razões a Câmara Municipal de Maceió quis deixar de ser ponto decisivo na discussão do aumento da tarifa? A resposta é o tipo de mistério entre o céu e a terra que desconfiará nossa vã filosofia eternamente. Por isto, já citei aqui neste espaço que a CEI da Transpal tem que responder questões relativas ao próprio parlamento.
Em passado recente, edis escolheram a posição de omissos, até chegar a situação de agora, onde querem voltar à condição de proativos com CEI e com projeto de lei de alteração da Lei Orgânica Municipal. A matéria de fato é importante, mas sofre uma demora para ser apreciada que aparentemente não se justifica. Ricardo Barbosa lembra que o projeto foi aprovado em primeira discussão em janeiro e - para voltar plenário - precisa de dez sessões ordinárias.
O petista indaga o tempo de prazo. Segundo ele, se não já se esgotou, está bem próximo disso. Quanto à CEI da Transpal, os membros se reuniriam hoje - conforme assessoria de imprensa de Paulo Corintho (PDT), o presidente desta - mas o encontro deve ficar amanhã, dia 28.
Estou no twitter: @lulavilar