As alianças políticas visando a disputa pela Prefeitura Municipal de Maceió avançam, como se pode observar nas notas que saíram na imprensa. Porém, nestas mesmas notas, quem cada vez aparece menos é o pedetista e ex-governador do Estado, Ronaldo Lessa (PDT), que no início do processo das discussões era tido como candidato absolutamente certo.
Na mais recente edição do Extra, Ronaldo Lessa é personagem de uma matéria que questiona justamente sua condição de elegibilidade. Há questionamentos sobre o assunto, como mostra a própria matéria. Enquanto isto, aquela aproximação entre o senador Renan Calheiros (PMDB) e Ronaldo Lessa (PDT) pode se desfazer por puro pragmatismo.
Não é por acaso que Calheiros esteve reunido e viu com bons olhos a presença da deputada federal Rosinha da Adefal como pré-candidata em um possível campo de alianças que ainda pode aglutinar o PT, o PCdoB, dentre outros. Mas, o PDT tem reafirmado - nos bastidores políticos - a condição de pré-candidato de Ronaldo Lessa.
O ex-governador não tem alternativa política. É conseguir disputar a eleição e - com toda certeza! - disputar para vencer. E aí, entra em cena uma possível reedição da aliança do segundo turno da campanha para governador de 2010: Ronaldo Lessa e o senador Fernando Collor de Mello (PTB).
Se bem, que Collor - em eleição - é sinônimo do imprevisível. Mas, há quem aposte - nos bastidores políticos - que o senador possa ser o elo entre Ronaldo Lessa e o presidente da Câmara Municipal de Maceió, Galba Novaes (PRB), "abençoando" uma possível costura neste sentido. Assim, uma subdivisão no grupo da base da presidenta Dilma Rousseff, como os do suposto "chapão" gostam de se intitularem.
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