Psicólogas, pedagogas e assistentes sociais de Maragogi se reuniram nessa quinta-feira (02), com a equipe técnica da Secretaria Estadual da Paz para firmar parceria com o objetivo de trabalhar a paz nas escolas e nas famílias.
O Sistema de Educação Liga pela Paz foi apresentado ao prefeito de Maragogi, Marcos Madeira e aos demais presentes na reunião. Esse projeto é uma forma de educação para a paz nas escolas e as famílias através da educação emocional e social de crianças. Ele compreende cinco pontos: Seminário de Sensibilização, Seminário de Formação Inicial, Acompanhamento, Formação Continuada e Avaliação de Resultados.
Os municípios que já trabalham com esse sistema foram comentados e a equipe da secretaria explorou as experiências para que todos pudessem entender. “Achei um projeto muito interessante, mas é preciso que os professores abracem essa causa para que possamos investir com futuro retorno educacional”, comentou o prefeito.
O principal objetivo da reunião foi mostrar a importância de trabalhar a inteligência relacional dos alunos. A superintendente de políticas públicas, Maria Luíza, os psicólogos Danilo Della Justina e Joelma Nunes e Cláudia Olegário apresentaram como é feito o trabalho de articulação entre os município com a secretaria da Paz.
Atualmente os municípios de Delmiro Gouveia, Santana do Ipanema, Palmeira dos Índios, Boca da Mata, Rio Largo, Satuba, Santa Luzia do Norte, Coqueiro Seco, Marechal Deodoro, Feira Grande, Roteiro, Minador do Negrão, União dos Palmares, Igreja Nova, Penedo e Pilar estão adotando o sistema Liga Pela Paz. Nesse projeto, o material que é levado para as escolas custa R$ 80, sendo 50% do Estado e a contrapartida da Prefeitura com os outros 50%.
O acompanhamento da secretaria tem como objetivo o contato permanente com os educadores, coordenadores e diretores para verificar como o Sistema de Educação Liga Pela Paz está se desenvolvendo em sala de aula, que dificuldades os educadores encontram, em que ponto do livro estão, como está o envolvimento dos educandos, etc.
A secretaria de Educação e a prefeitura mostraram interesse em adotar o sistema e o prefeito concordou em avaliar a implantação do projeto nas escolas. “Vamos conversar com os professores, diretores, psicólogos e assistentes sociais para analisar quem de fato necessita desse apoio e como vamos adotá-lo”, explicou.
