Após o duelo da última quarta-feira (2), onde CRB e Coruripe empataram em 1 a 1 numa partida polêmica, cheia de dúvidas com relação à arbitragem, uma confusão se instalou ainda no gramado do Rei Pelé e revoltados, jogadores, comissão técnica do Coruripe pediram medidas do Tribunal de Justiça Desportiva de Alagoas (TJD-AL).

As principais reclamações do “Huck” são com relação a falta “fair play” do CRB, ou seja, o jogo limpo da equipe regatiana e principalmente o pênalti marcado em favor da equipe da casa, perdido por Ewerton Maradona.

Sobre a penalidade, o atleta Fabinho que estava em contato com Aloísio Chulapa na jogada, falou sobre o momento da marcação. “Uma infelicidade do árbitro. A jogada foi normal, eu e o Aloísio tivemos contato de jogo mesmo e quando ele caiu, que o árbitro marcou a penalidade, ele me abraçou e pediu desculpas”, afirmou.

Revoltado, o preparador físico do clube alviverde, Vitor Albuquerque, chorando, disparou contra a arbitragem e o CRB. “Isso é vergonhoso cara. Nós estamos passando por um momento difícil, estamos trabalhando duro e vem essa arbitragem para fazer isso. O CRB não precisa disso, é uma vergonha”, disparou.

Já o ex-presidente do clube e membro do conselho, Maikon Beltrão, criticou a arbitragem e pediu medidas contra os mesmos. “O resultado em campo pode ter sido justo, por que o CRB tem uma equipe forte. Mas é preciso avaliar essa arbitragem. O TJD pune jogador, técnico e dirigente, tem de punir árbitro também. A arbitragem do Bisarria(Josevaldo) foi uma bizarrice”, criticou.

Com o resultado, o Coruripe continuou na lanterna da competição estadual empatado com o CEO, somando apenas três pontos. Porém, o time de Olho D’água das Flores tem uma vitória, enquanto o Coruripe ainda não triunfou no campeonato.